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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Banco Mundial: ex-executiva denuncia elite global

Ex-executiva e jurista do Banco Mundial revela como uma pequena elite global domina o mundo através do sistema financeiro internacional
Karen Hudes é graduada da Yale University – Law School, e doutorada como Bacharel em Economia na University of Amsterdam, trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial durante 20 anos. Como uma ‘Top consultora jurídica’, ela tinha posição e tem informações suficientes para obter uma visão geral de como a elite (n.t. – sionistas, nazistas, bilderberg, illuminati, nobreza negra europeia, etc…) domina o mundo. 
Ex-executiva e jurista do Banco Mundial revela como uma pequena elite global domina o mundo através do sistema financeiro internacional
Assim, o que ela conta não é apenas mais uma teoria da conspiração, de algum maluco qualquer.
De acordo com essa especialista em direito internacional, citada por agências por expor a realidade, a elite tem usado um núcleo firme de instituições financeiras globais e grandes corporações para dominar o planeta. 
Citando um estudo suíço explosivo publicado em 2011 na revista Plos One sobre a existência de uma estrutura em rede de controle de grandes corporações e conglomerados transnacionais  que afeta a concorrência no mercado mundial e a estabilidade financeira global. 
Karen Hudes
Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial revela em entrevista como a elite global controla o planeta através do sistema financeiro mundial.

O controle corporativo global dessa rede, afirmou Karen Hudes, que um pequeno grupo de empresas, instituições financeiras e na maior parte dos bancos centrais dos países chamados de primeiro mundo (membros do G-8), têm enorme influência na economia internacional através dos bastidores. 
“O que está realmente acontecendo é que os recursos do mundo estão sendo dominados por esse seleto e pequeno grupo”, disse a especialista com experiência de 20 anos dentro do Banco Mundial, acrescentando que eles são os “ladrões corruptos no poder”. Eles TAMBÉM dominam e controlam todos os principais meios de comunicação.
“Eles foram autorizados a fazê-lo”, disse ela. mencionado um estudo suíço sobre o assunto, que foi conduzido por uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurique. Os pesquisadores estudaram a relação entre 37 milhões de empresas e investidores em todo o mundo e descobriram que há uma “super entidade” de apenas 147  empresas muito unidas e que detém o controle de 40% dessas megacorporações que controla  toda a economia mundial.  
Mas as elites globais não só controlam estas megacorporações. Segundo Hudes, eles também controlam e dominam organizações governamentais e assim, controlam as finanças de quase todas as nações do planeta. Estas organizações são o Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais de todos os países, como o Federal Reserve dos EUA, que controlam toda a impressão de dinheiro dos EUA e também controlam a sua circulação internacional. 
Na área de ALIMENTOS o quadro é ainda MUITO PIOR, pois apenas DEZ (10) GRANDES EMPRESAS controlam o mercado GLOBAL.
Nos EUA, na produção e distribuição de notícias e entretenimento (TV e cinemas) SÃO APENAS SEIS (06) GRANDES GRUPOS QUE DETÊM O CONTROLE.
BIS – O “BANCO CENTRAL” dos bancos centrais
O ápice desse intrincado sistema é o Banco de Compensações Internacionais (BIS). O Banco central dos bancos centrais com sede na Suiça.”Uma organização internacional  imensamente poderosa de que a maioria nem sequer ouviu falar, mas que secretamente controla a emissão de moeda em todo o mundo. Essa organização se chama BIS [Banco de Compensações Internacionais], e é o banco central dos bancos centrais.
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Localizado em Basileia, na Suíça, mas tem filiais em Hong Kong e Cidade do México. “É essencialmente um banco central do mundo financeiro, com imunidade completa de impostos e (…) sobre as leis internacionais. Hoje, 58 bancos centrais mundiais são pertencentes ao BIS, e tem muito mais poder na economia dos Estados Unidos (ou na economia de qualquer país) do que qualquer político, jurista ou governante.
A cada dois meses, os banqueiros centrais se reúnem em Basileia para “Reunião de Cúpula da Economia Mundial ‘. Durante essas reuniões, decisões que afetam cada homem, mulher e criança no planeta são feitas, e nenhum de nós tem uma palavra a dizer no que é decidido por essa elite. O Banco de Compensações Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite global, que opera em benefício dos mesmos, cujo principal objetivo é ser um dos pilares do sistema financeiro global unificado que vai ser IMPLANTADO.”

A verdade é o único caminho. Colocar uma luz sobre esta situação, expô-los abertamente. Eles não gostam de estar no centro das atenções. Temos de criar transparência no setor bancário e em todos os níveis da sociedade humana.
 Segundo Hudes, a principal ferramenta para escravizar nações inteiras e governos é a DÍVIDA. “Eles querem que sejamos todos  e cada qual ser humano vivo no planeta, escravos de dívidas, querem ver todos os nossos governos e países escravos da dívida, e querem que todos os nossos políticos sejam viciados em contribuições financeiras gigantes que eles precisam canalizar para suas (seus bolsos,ops…) campanhas. 
Como essa elite também é dona de todas as grandes corporações de mídia do planeta, e assim controla a informação, eles nunca são revelar o segredo de que há algo,FUNDAMENTALMENTE errado com a maneira DE COMO o nosso sistema financeiro mundial funciona”, disse ela. 
“SE ME PERMITIREM IMPRIMIR E CONTROLAR O DINHEIRO DE UMA NAÇÃO, EU NÃO ME IMPORTO COM QUEM ESCREVE, COM QUEM FAZ ÀS SUAS LEIS. " Amschel Mayer Rothschild"

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Fonte - http://thoth3126.com.br/

44 anos depois incidente de Kecksburg, Pensilvânia, ainda intriga ufólogos

Desenho de Charles Hanna do objeto que pousou em Kecksburg em 9 de dezembro de 1965


Na noite de 9 de Dezembro de 1965 uma bola de fogo, aparentemente controlada, que depois se revelou como um objeto voador desconhecido com formato cilíndrico, ou de noz, segundo algumas testemunhas, caiu em uma area arborizada de Kecksburg, Pensilvânia, Estados Unidos.

Logo depois equipes de emergência chegaram no local. Segundo testemunhas oculares, poucas horas após o incidente militares isolaram a area da queda, e removeram o objeto para um lugar indeterminado em um caminhão plataforma coberto com uma lona.

Seria um meteorito? Uma aeronave secreta? nave espacial ou satélite soviético, ou até mesmo um artefato extraterrestre?

O que tenha ocorrido em Kecksburg, levou a uma ação judicial contra a NASA para o acesso a informação sobre o incidente.

A figura central do processo está em Nova York e é a jornalista investigativa, Leslie Kean, que Trabalhou com a Coligação para a Liberdade de Informações, que estava na ponta do recebimento de documentos como resultado de uma ação legal.

Esta fase da saga começou em 2002, quando Kean foi convidada para encabeçar um Freedom of Information Act (FOIA) iniciativa patrocinada pelo Sci Fi Channel - um esforço para adquirir os documentos do governo sobre o caso Kecksburg.

No ano seguinte, a Coligação foi a autora de uma ação federal, baseada no Freedom of Information Act, movida contra a NASA em Washington, DC.

"Depois de prometer procurar pelos arquivos relacionados ao caso Kecksburg, a NASA criou uma obstrução e reteve os documentos, não permitindo nenhum recurso", Kean explicou em um relatório recém divulgado.

"A resolução, quatro anos depois, em outubro de 2007, exigia que a NASA fornecesse centenas de novos documentos e que pagasse os honorários advocatícios."
A pesquisa resultante da NASA, monitorada pelo órgão, foi concluída em agosto de 2009. O resultado do inquérito está disponível no relatório de Kean e no site da Coligação na Internet.

O relatório, intitulado, "A Conclusão do processo legal da NASA - quanto à Kecksburg, PA, caso OVNI de 1965", explica o processo de trabalho e os resultados da pesquisa após a resolução 2007 em um tribunal federal.

A questão de fundo: Documentos importantes não foram liberados, mas muitas perguntas provocativas e contradições foram suscitadas por aquilo que foi recebido, bem como pelo fato de que muitos arquivos estavam faltando ou destruídos.

Um aspecto da reportagem de Kean é o papel do "Projeto Moon Dust" - um projeto do governo dos E.U.A. sobre a análise de objetos não espaciais nos E.U.A., ou objetos de origem desconhecida.

De fato, vários documentos do Departamento de Estado mostram que a NASA teve um papel na recuperação e análise de restos de objetos do espaço.
Depois de meses estudando o material recebido, Kean relata que a pista está fria - mas com ressalvas. "Estou convencida de que alguma coisa veio e pousou em Kecksburg", Kean disse ao SPACE.com.

Kean pensa que uma conexão OVNI extraterrestre "é uma possibilidade que tem de ser considerada. Não pode ser descartada", disse.

Outros potenciais, Kean acrescentou, "incluem um projeto muito secreto dos E.U.A. ou tecnologia de outra nação.

Mas ambas estas explicações são improváveis." A pesquisa indica que Kean parece duvidar que o objeto em questão era russo ou de qualquer outro país do nosso planeta - apoiada por informações sobre o lixo espacial da NASA.

Além disso, os dados do Comando Espacial americano e da Agência Espacial Russa fortalecem o fato de que o que caiu naquele dia não era um satélite ou sonda espacial russa, afirmou.

"Assim, gostaria de descartar essa possibilidade, e dizer que foi um OVNI ou um dispositivo secreto americano de algum tipo ", disse Kean. "Se fosse nosso", acrescentou ela, "porque não poderiam nos dizer sobre isso 40 anos depois?"

Portanto, é por isso que a possibilidade OVNI "tem que ser mantida, por mais difícil que seja aceitar ", disse Kean.

"Possivelmente ele era algum tipo de projeto secreto do governo dos E.U. A. ou o teste de alguma coisa. Talvez tenha sido altamente radioativo para que eles não queiram que ninguém saiba."

No entanto, um recado que Kean leva para casa não tem nenhuma ligação com visitas alienígenas- mais um encontro com a falta de transparência do governo.

O trabalho destaca os problemas inerentes à utilização do Freedom of Information Act, na democracia americana, explicou Kean.

"Tem sido um longo processo ", disse ela. "A coisa importante sobre isso não tem nada a ver com OVNIs. Apenas aponta os problemas com o Freedom of Information Act, tal como está hoje."

A ação contra a NASA só foi possível devido ao apoio de uma grande rede de televisão, disse Kean. Também contribuiram para a investigação, John Podesta - ex-Chefe de Pessoal do presidente Clinton - um grupo de pesquisa de arquivos, um advogado e uma empresa de relações públicas de Washington D.C.

Larry Landsman, então diretor de projetos especiais no Sci Fi Channel (agora SyFy), lançou a iniciativa legal sobre os OVNIS, com a ação judicial de Kecksburg como um componente dessa grande empreitada.

Ele agora é um produtor de televisão independente, trabalhando em vários especiais e minisséries.

"No início de 2002, nosso grupo começou a pensar seriamente que a iniciativa poderia ser lançada, que seria adequado ao espírito da rede," Landsman disse ao SPACE.com.

"Depois de muita reflexão, eu propus uma campanha para descobrir a verdade por trás de todos os muitos relatos de OVNIs e outros fenômenos inexplicáveis.

Fomos os primeiros - e até agora, a única empresa - que prosseguiu com esta iniciativa, e atacamos o problema em várias frentes, tanto no ar como fora do ar", disse ele.

Quanto a Kecksburg, Landsman continuou, "nós sentimos que era um caso que valia a pena investigar, e apoiar Kean para a Liberdade de Informação na busca dos relatórios completos e sem censura sobre o incidente".

"Há muitas vidas que foram afetadas a partir deste evento e os cidadãos americanos tiveram - e têm - o direito de saber a verdade.

É evidente que muitas coisas estão acontecendo em nosso mundo que não podem ser facilmente explicadas", disse Landsman.

"As pesquisas mostram que a maioria dos americanos acreditam que o governo está encobrindo informações sobre OVNIS.

A verdade não deve ser mantida somente nas mãos de poucos, nas várias agências governamentais e departamentos militares."

Para Stan Gordon, que investiga o que ocorreu em Kecksburg há muitos anos, o caso está longe de ser fechado.

"Meus sentimentos hoje em relação ao incidente de Kecksburg mantêm-se inalterados. Continuo convencido de que um objeto de origem ainda indeterminada caiu do céu em uma floresta perto de Kecksburg", disse Gordon.

Gordon disse ao SPACE.com que várias testemunhas independentes descreveram o objeto atravessando o céu.

Como ele virou-se, e se aproximou de Kecksburg, o objeto foi descrito como movendo-se e descendo lentamente, como se fizesse uma aterrissagem controlada.

"O objeto metálico semi-enterrado em forma de noz foi observado no solo por uma série de testemunhas independentes.

Seja lá o que foi o objeto, era importante o suficiente para os militares chegarem rapidamente ao local e recuperarem o objeto em questão", disse Gordon.

Gordon sugeriu uma teoria plausível, a de que o objeto era um dispositivo avançado e secreto feito pelo homem, vindo do espaço, com recursos de controle de reentrada, que aparentemente falharam.

Outra teoria é que isto poderia ter sido uma nave espacial extraterrestre, observou ele. "Até que se encontre uma prova definitiva para explicar o objeto, vou continuar a manter uma mente aberta para todas as teorias sobre a origem do objeto," Gordon concluiu.

Para Kean, mesmo após anos de trabalho tentando desvendar o incidente Kecksburg , "ele ainda é uma pergunta sem resposta."

TRADUÇÃO: CARLOS DE CASTRO
RETIRADO DO SITE: http://arquivosdoinsolito.blogspot.com.br/

FONTE: http://space.com/