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sábado, 1 de fevereiro de 2014

CRIAÇÃO DE DOENÇAS

SEMPRE QUE TEM UMA NOVA MOLÉSTIA APARECE DO NADA, SURGE A SUGESTÃO DE QUE ELA JÁ EXISTIA ANTES EM LABORATÓRIO. SERÁ ISSO VERDADE OU FRUTO DA IMAGINAÇÃO DE MUITOS CONSPIRÓLOGOS.
É ESTRANHO PENSAR QUE OS GOVERNOS DO MUNDO PODEM, NESTE EXATO MOMENTO, ESTAR GASTANDO O DINHEIRO QUE RECOLHE DE SEUS CONTRIBUINTES PARA DESENVOLVER DOENÇAS TÃO ESPECÍFICAS QUE SOMENTE PODERIAM SER UTILIZADAS COMO ARMAS BIOLÓGICAS. Ou mesmo preservar alguns vírus de doenças antigas, que supostamente estariam erradicadas, para usá-las com esse mesmo propósito. Um exemplo? O vírus da variola, que hoje tem apenas duas amostras conhecidas, uma em solo norte-americano e outra num laboratório russo.
    À primeira vista, tudo pode parecer um tanto exagerado. Mas vamos ver um trecho de uma notícia publicada na revista Época, em 2002, que fala sobre uma visita da OMS, que foi até a Rússia justamente para inspecionar as condições de preservação desse vírus mortal:
"Uma equipe de especialista de biossegurança das Nações Unidas anunciou nesta sexta -feira ter realizado uma inspeção no Centro de Pesquisa de Virologia e Biotecnologia da Rússia (Vector, na sigla em russo), um dos únicos laboratórios a guardar o vírus da varíola. De acordo com os especialistas, foi verificado que o vírus é guardado em segurança no centro, localizado na cidade de Koltsovos, na região de Novosibirsk, Centro-Sul do país. 'A equipe concluiu que o centro pode ser usado com segurança para trabalhar com o vírus da varíola, uma vez que todas as medidas de segurança são respeitadas', informou um comunicado oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os especialistas se disseram impressionados com a preparação dos funcionários do laboratório. No momento, o centro está passando por renovações e será inspecionado novamente quando o processo for concluído. Vector é um dos laboratórios que trabalha em cooperação com a OMS. Além dele, apenas o laboratório do Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, localizado em Atlanta, tem o vírus da varíola estocado".
    Para que não acredita na utilização do vírus como arma, vale lembrar que ele é transmitido pelo ar e mata 30% das pessoas infectadas. A erradicação da doença foi confirmada em 1980, o que deixa a atual população do mundo sem anticorpos naturais e sujeita a uma súbita epidemia. A mesma noticia fala que os dois vírus deveriam ter sido destruídos no começo daquele ano, mas acabaram não sendo, por medo de que outros países tenham amostras ilegais e que possam usá-las para fazer guerra biológica.

DOENÇAS E DINHEIRO
    É claro que o medo não para por aqui. Os conspirólogos acreditam que a comunidade médica pode deter mais poder do que se imagina e criar doenças que supostamente não possuem cura. Dentre elas, claro, estariam o Câncer e a AIDs. Eles esconderiam a cura como forma para obter mais dinheiro do governo e dos investidores, bem como dos próprios afetados. Os custos do tratamento a longo prazo são bem mais elevados do que para qualquer tratamento a curto prazo. Há ainda os adeptos de que a criação de doenças é uma manipulação das indústrias farmacêuticas interessadas em manter seu negócio como uma verdadeira fonte de renda, o que supostamente explicaria doenças como o ADD (Distúrbio de Défict de Atenção) e o HPV, o papilomavírus humano, uma doença sexualmente transmissível que se manifesta por meio de sintomas como verrugas na região intima apos o contato intimo. Seu tratamento é feito com o uso de medicamentos e cirurgias de cauterização e dura em média dois anos, embora os sintomas desapareçam um pouco antes.
    A AIDs é uma doença que traz em si muitas versões diferentes de conspirações. Alguns dizem que se trata de algo sintético, enquanto outros afirmam que foi criado por um grupo conspiratório (que vai dos Illuminati ao Clube Bilderberg) ou por uma agência secreta (do tipo CIA ou KGB) como ferramenta de genocídio ou controle populacional. O mesmo chegou a ser cogitado para o vírus do Ebola, inclusive pelo fato de ambos terem surgido quase ao mesmo tempo no continente africano, com pouco espaço de tempo entre si.
    Há quem diga que esses dois vírus são, na verdade, uma experiência de guerra biológica ou psicológica, criada por uma superpotência (em geral Estados Unidos ou Rússia) e que teria escapado sem querer para a população africana, que, segundo os conspirólogos, ninguém daria pela falta. Há ainda uma outra teoria que fala que o HIV seria baseado no estudo da sífilis não tratada de Tuskegee. Para quem não conhece esse estudo: foi um ensaio clínico levado a cabo pelo Serviço Público de Saúde dos Estados Unidos (SPS) em Tuskegee, Alabama, entre 1932 e 1972, no qual 399 sifilíticos afro-americanos pobres e analfabetos, e mais 201 indivíduos saudáveis para comparação, foram usados como cobaias na observação da progressão natural da sífilis, sem medicamentos. O governo norte-americano teria negado tratamento para pacientes negros e infectados de propósito, para ver até onde iam os efeitos de sua arma biológica.
    Ainda sobre a AIDs, tem-se falado muito sobre o papel da CIA em sua propagação entre afro-americanos e homossexuais, durante os anos 1970, por meio de vacinas contaminadas por hepatite. Há de fato grupos como o New Black Panther Parry e a Nation of Islam de Louis Farrakhan que afirmam ter sido parte de um plano para destruir a raça negra ou, ainda, que o vírus foi administrado na África como uma forma de aleijar o desenvovimento do continente.


O HPV, papilomavírus humano, uma doença sexualmente transmissível que se manifesta por meio de sintomas como verrugas na região intima após o contato íntimo. Seu tratamento é feito com o uso de medicamentos e cirurgias de cauterização e dura em média dois anos, embora os sintomas desapareçam um pouco antes.


FLUORETAÇÃO DA ÁGUA
Se você, leitor, acha que criar doenças nessa base é algo terrível, que tal ser vitima de água com flúor? Explica-se: seria um processo no qual mais flúor é adicionado ao já existente no líquido que ingerimos para reduzir a cárie dentária.
Desde o começo dos anos 1950, tem havido, principalmente nos Estados Unidos, um combate ao aumento dessa substância. Porém as coisas andaram saindo do controle e hoje se fala em teorias de conspiração para que isso volte com toda força. Isso, claro, seria parte da Nova Ordem Mundial, de uma trama comunista, de uma manipulação fascista ou mesmo dos eternos Illuminati, que querem assim dominar o mundo. Outras explicações para o uso do flúor incluem um ato do complexo militar-industrial para proteger o programa de armas atômica de litígios e a iniciativa de uma empresa química alemã para tornar as pessoas submissas aos detentores de verdadeiro poder, fossem quem fossem.


ECHELON E CARNIVORE

HÁ ALGUM TEMPO, UM DOS PROJETOS DE SEGURANÇA MÁXIMA, LIDERADO PELA NSA E OUTRAS AGÊNCIAS GOVERNAMENTAIS MUNDIAIS, FOI APRESENTADO COMO AMEAÇA À LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

    A AMEAÇA FOI BATIZADA DE ECHELON (QUE EM INGLÊS SIGNIFICA ESCALÃO, POSIÇÃO NA HIERARQUIA MILITAR), ESSE SISTEMA É A MAIOR REDE DE ESPIONAGEM ELETRÔNICA DA HISTÓRIA, COMANDADA POR UM GRUPO DE PAÍSES LIDERADOS PELOS ESTADOS UNIDOS E QUE INCLUI REINO UNIDO, CANADÁ, AUSTRÁLIA E NOVA ZELÂNDIA. Por meio dele é possível capturar chamadas telefônicas, faxes e e-mails ao redor do mundo. Estima-se que o Echelon capture cerca de 3 bilhões de comunicações diariamente.
    O Echelon foi criado inicialmente para monitorar as comunicações militares e diplomáticas da ex-União Soviética e de seus aliados do leste. Hoje, o sistema varre o mundo atrás de dicas de planos terroristas, de traficantes de drogas e outros serviços para a inteligência de vários lugares. Alguns críticos afirmam que serviços não divulgados incluem o furto comercial e a invasão de privacidade em grande escala.
    Vária fontes que analisam a eficiência do Echelon insistem em dizer que há estações que interceptam sinais e satélites que capturam comunicações realizadas por rádio, satélite, microondas, celulares e cabos de fibra ótica. Esses sinais capturados seriam então processados por meio de uma série de supercomputadores, conhecidos como dicionários, que são programados para buscar em cada comunicação frases, palavras e endereços específico, podendo mesmo identificar vozes individuais.
     Outro programa que gerou muita controvérsia quando surgiu pela primeira vez foi o Carnivore. Tencionava dar acesso às agências governamentais a e-mails enviados e recebidos de suspeitos de serem terroristas. Foi desenvolvido pelo FBI por volta de 1997 e lembrava, em todos os aspectos, a sombria realidade retratada por George Oruell em sua obra 1984.
    Em janeiro de 2005, soube-se que o Carnivore foi abandonado por seu criador em troca da adoção de um software comercial de escuta, que promete ser um dos mais influentes no mundo digital. O Carnivore foi a terceira geração de programas online de detecção usados pelo FBI. Embora a informação colhida pela primeira versão nunca tenha sido revelada, muitos acreditavam na eficácia de outros programas, como o Etherpeek, disponível comercialmente.
    Foi apenas em 1997 que o FBI colocou em prática a segunda geração do programa, chamada Omnivore. Este simples programa olhava o caminho de um e-mail num provedor específico de internet e capturava-o num drive de fita ou o imprimia em tempo real. O Omnivore foi retirado do mercado de um sistema para favorecer a entrada no mercado de um sistema mais completo, chamado DragonWare Suite, que permitia reconstruir e-mails, baixar arquivos ou páginas inteiros. O Carnivore era parte do Dragon Ware, baseado no sistema Windows NT/2000.